segunda-feira, 29 de abril de 2013

Noite de domingo movimentada no Centro de Detenção Provisório (CDP) de Assu.

Três pessoas foram presas tentando passar drogas e telefones celulares para dentro das celas do Centro de Detenção Provisório (CDP) de Assu. O agente penitenciário estadual percebera a ação de dois indivíduos na parte de trás da delegacia de Assu e acionaram a Polícia Militar imediatamente. Os jovens tentaram fugir, mas um acabou sendo preso ainda dentro da área do CDP pelo agente estadual.

O agente penitenciário observou pelas câmeras de filmagem, a movimentação dos homens tentando colocar objetos dentro de uma sacola plástica lançada da janela dos presos , de dentro da cela para o lado de fora. A Policia Militar foi acionada, e antes do reforço policial, o agente conseguiu deter um dos acusados conhecido como “Anderson”. O segundo conseguiu correr e pular o muro da Delegacia.

Foram apreendidos na sacola plástica que estava com “Anderson”, nove celulares, seis facas, carregadores de celular, maconha, crack e cachaça.

O GTO recebeu a informação que a pessoa que mandou os materiais para os presos, estava pela região do bairro Dom Elizeu. O grupo saiu em diligência para tentar prender o mandante do crime. Nesse meio tempo os policias do NORE permaneceram no CDP realizando os procedimentos. Quando pela segunda vez em menos de uma hora, uma terceira pessoa pula o muro da delegacia e tenta colocar material dentro de mais uma sacola plástica arremessada pelos presos.

Os policias foram avisados pelo agente penitenciário, e deu início a uma perseguição a pé pelas ruas que ficam localizadas atrás da delegacia. Após alguns minutos o acusado foi alcançado nas proximidades da AABB na Rua Clara de Macedo.

"Anderson" um dos acusados de ter invadido o CDP
Com homem que  foi identificado apenas por “Quintim”,  foi encontrado um celular. Mas segundo informações repassadas pelo acusado ele conseguiu colocar dois celulares na sacolinha das celas.

Com o segundo infrator preso, os policias do GTO e do NORE foram em busca da terceira pessoa, que foi identificado pelos capturados, que se tratava da pessoas conhecida como “Galeguinho”, que mora na Vila de Mozart no Frutilândia.

As guarnições se dirigiram até o local e conseguiram localizar a pessoa apontada ainda na Vila.  “Galeguinho” foi convidado a comparecer a delegacia onde ficou detido para prestar informações o porque seu nome está sendo citado como mandante do envio do matéria para dentro das celas da delegacia de Assu.

domingo, 28 de abril de 2013

Mais uma prisão por dirigir embriagado em Assu



Um Fiat vermelho perdeu o controle da direção, na manhã desse domingo (28), quando ao realizar uma curva e acabou chocando-se em outro carro que estava parado, Na Rua Doutor Afonso Gregório, no bairro Dom Elizeu.  O NORE foi acionado pela população e, quando chegou ao local, constatou que o condutor apresentava sinais de embriaguez.

João Paulo de Almeida, de 23 anos, foi convidado a fazer o teste do Etilômetro, acusando 0,42 mg de álcool por litro de ar expelido dos pulmões. Foi dada voz de prisão ao condutor e este conduzido a Delegacia de Polícia em Mossoró para a lavratura do auto de prisão em flagrante. 

Por quê em alguns países se dirige pela esquerda?


A maioria dos países do mundo utiliza como convenção de trânsito a mão direita para tráfego de veículos. Podemos observar que países como Estados Unidos, França, Itália, Argentina e Brasil, como exemplos, adotam esta padronização de sinais de trânsito e sentidos de direção. Apesar de haverem convenções de trânsito, como a Convenção de Viena, de 1968, das Nações Unidas, para que haja uma similaridade de processos entre a maioria dos países, algumas nações não adotam esta padronização, como é o exemplo da Inglaterra e de todas as nações que sofreram sua influência colonial, como Austrália, países do Reino Unido, África do Sul e até a Índia.
 
O que muitos não sabem é que a “mão esquerda” é um costume mais antigo que o adotado atualmente e somente sofreu modificações para o formato atual em virtude de pressões políticas e culturais, fruto da rivalidade entre algumas nações. A origem da mão esquerda remonta aos tempos medievais quando a circulação de trânsito era realizada montada a cavalos e carruagens. Utilizava-se a mão esquerda, principalmente quando montado a cavalos, para que a mão direita, ou mão forte, estivesse livre para empunhar uma espada. Afinal, vivia-se um tempo de cavaleiros medievais e suas românticas armaduras de batalha.
 
Em meados de 1300, o papa Bonifácio VIII determinou que todos os peregrinos com destino a Roma deveriam manter o lado esquerda das vias, com objetivo de disciplinar e organizar o fluxo de trânsito até a cidade eterna. No século XVIII, Napoleão Bonaparte resolveu inverter tudo. Acredita-se que o motivo para esta inversão se refere ao fato do líder francês ser canhoto. Outros motivos relevantes podem ter sido a facilidade de identificação das tropas inimigas à distância e a rivalidade com o Império Britânico, a maior potência militar da época. As nações dominadas pelo poderio francês aderiram ao novo modelo de trânsito, entretanto, a Inglaterra permaneceu fiel ao sistema medieval.
 
A partir desta época a rivalidade política e cultural foi o fator determinante para a adoção de diferentes formatos de tráfego. Os Estados Unidos, antiga colônia britânica, adotaram o modelo francês com objetivo de desfazer qualquer laço cultural ou político com o colonizador. Com o tempo, a forte influência americana na economia mundial consolidou a mão direita como padrão oficial na maioria dos países do planeta. No Brasil, a circulação pelo lado direito é realizada desde 1928. Antes desta data, alguns estados chegaram a adotar a circulação pela esquerda. Podemos dizer que, em virtude de influências culturais, políticas e suas rivalidades históricas, existem atualmente duas mãos de direção distintas: a mão francesa, com sentido de circulação pelo lado direito e a mão inglesa, com sentido inverso, pelo lado esquerdo.

ACIDENTE DE TRÂNSITO DEIXA VÍTIMA COM FRATURA EXPOSTA EM TORNOZELO NA CIDADE DE SÃO RAFAEL

Um acidente de trânsito envolvendo um veículo Ford Ka e uma moto yamaha, deixou a pessoa conhecida como Dalvaci Victor da Silva, 36 anos. com uma fratura exposta no tornozelo. O sinistro se deu nos cruzamentos das avenidas Governador Georgino Avelino e Juvêncio Soares por volta das 14h30min de ontem 27/04.

Segundo testemunhas a vítima trafegava pela Governador Georgino Avelino , quando o veículo Ford Ka que era conduzido pelo cidadão conhecido como Expedito, teria colidido frontalmente com a moto conduzida pela vítima. A colisão foi tão forte que o para choque dianteiro do Ford ka ficou no local do acidente.

Logo após a colisão o acusado fugiu sem prestar socorro e a vítima, que foi socorrida por populares até o hospital da cidade e logo em seguida transferida para a cidade de Mossoró.

A polícia militar foi acionada e entrou em diligências conseguindo localizar o acusado quando o mesmo já se encontrava na RN 118, onde pretendia empreender fuga até a cidade de Itajá. 

O acusado foi detido e após ter sido feito o exame de bafômetro foi constatado que o acusado estava sob efeito de álcool. Expedito foi conduzido até a cidade de Mossoró, onde foi lavrado o flagrante e liberado após pagar fiança de R$ 450,00.


PM São Rafael.

sábado, 27 de abril de 2013

Cobra é preso novamente

Na manhã de ontem dia 25/04/2013, uma equipe da Polícia Civil de Assu, sob o comando do Delegado Emerson Valente, cumpriu mandado de prisão preventiva, tirando de circulação a pessoa de DAMIÃO CAMPOS DA SILVA, conhecido por COBRA, residente no bairro Dom Elizeu, Assu.

Segundo a políica COBRA é suspeito de ter juntamente com FRANCISCO FERNANDES NETO, popularmente conhecimento como “CATATAU”, assassinado a pessoa de GENILSON CLEMENTINO DA ROCHA, no dia 26/06/2012, no bairro Parati 2000, tendo sido preso anteriormente por este crime, em agosto do ano passado, após a deflagração da OPERAÇÃO JELLYSTONE, porém foi posto em liberdade algum tempo depois. Contudo segundo apurado pelos investigadores da Delegacia de Assu, COBRA estaria ameaçando testemunhas do processo a qual responde pelo homicídio de GENILSON, fazendo com que as mesmas mentissem durante seus depoimentos em Juízo, o que fez com que sua prisão fosse novamente decretada.
 
Agora o suspeito deverá aguardar o processo preso até o seu julgamento pelo Tribunal do Júri da Comarca de Assu.
 
Fonte: Delegacia de Polícia Civil de Assu.

PM’s do 9º BPM de folga prendem suspeitos de assaltarem a casa do Soldado J. Martins e torturar sua esposa

Três Policiais Militares do 9º BPM prenderam três marginais acusados de invadir a casa de um Soldado da Polícia Militar e torturar sua esposa.

De acordo com informações chegadas ao blog, é que os Militares de folga realizaram todo o trabalho de colher informações dos criminosos e chegaram até uma casa no bairro de Felipe Camarão, na zona oeste de Natal. Lá chegando encontraram três, dos quatro criminosos e apreenderam parte do material roubado na residência do Soldado. Os três já confessaram o crime e foram encaminhados a Delegacia de Polícia Civil para serem feitos os procedimentos cabíveis.

O nosso blog parabeniza a atitude dos PMs que não mediram esforços para a captura desses marginais e mostra o empenho de atuar dentro da legalidade junto a sociedade.

Com informações de Gláucia Paiva

Capitão da PM é vítima de atentado e tem carro crivado de balas

Um Capitão da Polícia Militar foi vítima de um atentado, na madrugada desta sexta-feira (26), na rua Pirilampo, no Parque dos Coqueiros, zona Norte de Natal. Pelo menos três homens armados foram até a casa do capitão Silva, por volta das 2h, e efetuaram vários disparos contra o carro dele que estava na garagem.
 
Em entrevista ao Portal BO, o capitão Silva disse que estava dormindo e acordou assustado com a sequência de tiros. "Foi tudo muito rápido. Eles atiraram pelas grades, deixando meu carro todo furado. Quando sai pra ver o que estava acontecendo, eles já tinham fugido", relatou o oficial da PM.
 
O carro do capitão é um Fiesta e foi atingido, de acordo com ele, por dez tiros. Questionado sobre o que poderia ter provocado o atentado, o capitão Silva disse que ele trabalha no 4º Batalhão e muitos criminosos da Zona Norte e acabam marcando os policiais e até sabem onde moram.
 
Ponte: Portal BO
 

Advogada de PMs presos pede Força Tarefa para investigar assassinos de Policiais

A advogada Kátia Nunes criticou que a Secretaria Estadual de Segurança Pública tenha criado uma Força Tarefa para investigar possíveis crimes atribuídos a policiais e criticou que a entidade não tenha o mesmo empenho para investigar os crimes que são praticados contra policiais militares, civis e agentes penitenciários.
 
“É tanta pressa para achar quem matou bandido, mas não pressa nenhuma em se saber quem matou policiais. Acho isso uma incoerência, uma injustiça. A sociedade quer que a Polícia Civil trabalhe, mas trabalhe em função de quem é vítima e não de quem é bandido”, destacou a advogada.
 
Kátia Nunes trabalha na defesa dos policiais Wendel Fagner Cortez de Almeida e Rosivaldo Azevedo Maciel Fernandes, preso na semana passada, pela Força Tarefa criada pela Sesed, e que foi impedida de atuar pela Justiça, por questões de legalidade.
 
Em entrevista ao Portal BO, a advogada destaca: “se Wendel e Rosivaldo fossem bandidos, a sociedade não estaria pedindo a sua volta. Hoje, a bandidagem está comemorando e fazendo churrasco, na zona Norte de Natal, porque eles estão presos”. Os dois policiais militares presos por suspeita de homicídio estão no Presídio Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta.
 
Fonte: Portal BO

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Gás Natural é a melhor opção para quem viaja muito

O Gás Natural Veicular (GNV) é um combustível disponibilizado de forma gasosa e pouco utilizado em automóveis como alternativa ao etanol ou à gasolina. Custando em média R$ 1,89/m³ e sendo capaz de rodar de 15 quilômetros por m³, o combustível parece ser uma boa opção para economizar na hora de encher o tanque.

Em meio a esse cenário, resta dúvida para quem tem carro movido por combustível líquido: vale a pena convertê-lo para rodar com gás natural? De acordo com o Sindicato dos Revendedores de Postos de Combustíveis do Ceará (Sindipostos), o preço do GNV com certeza está entre os mais vantajosos.

 No Ceará, o valor está, em média, R$ 1,89, frente a R$ 2,82 da gasolina e R$ 2,28 do álcool, segundo o sindicato. No entanto, existem outros custos envolvidos, que devem ser observados por quem pensa em adotar o novo combustível.
Conversão para GNV
 
“O carro GNV com certeza vale a pena quando vem de fábrica, isso é certo”, afirma o assessor econômico do Sindipostos, Antônio José da Costa. No entanto, qualquer carro pode ser convertido para rodar com o combustível, em uma oficina credenciada pelo Instituto Nacional de Meteorologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

O problema é o custo elevado do kit gás, podendo variar de R$ 4 a 5 mil. “O custo-benefício a longo prazo acaba sendo bem interessante, mas principalmente para quem roda muito no carro”, explica.

Para que a conversão compense, é preciso que ela se pague em um tempo razoável. O ideal é que o motorista rode, pelo menos, uns 100 km por dia. Nesse caso, segundo a Companhia de Gás do Ceará (Cegás), com a atual média do preço do GNV, um equipamento de R$ 5.000 se paga em cerca de 17 meses.

De nada vai adiantar, por exemplo, se o carro for trocado antes de se cobrirem os custos de adaptação. Para o estudante Fábio Bessa, a conversão do veículo para GNV não vale a pena. “O meu carro é usado por três pessoas, e ainda assim rodamos pouco, cerca de 25 km por dia”, conta. Dessa forma, o retorno do investimento com o kit é de aproximadamente 69 meses.

Ou seja, o perfil do motorista deve ser o de alguém que mora longe do trabalho, viaja muito de carro ou que dependa do veículo para trabalhar, como taxistas.

Meio ambiente

O gás natural também é positivo por ter impacto mínimo sobre o meio ambiente, já que produz queima mais leve e uniforme. Veículos movidos a GNV emitem menos poluentes. Comparados aos veículos movidos à gasolina, a emissão de monóxido de carbono é reduzida em até 90%.

Problemas no motor

Como nem tudo é perfeito, existem alguns inconvenientes na utilização do gás natural: aumento de temperatura do motor, desgaste rápido dos componentes do veículo (como velas, cabo de velas) e perda da compressão. De acordo com o mecânico Antônio José Vaz, em relação ao bom funcionamento do motor, o combustível mais indicado é o etanol, seguido da gasolina.

“Já tive gás natural no meu carro e não recomendo. Além dos problemas ocasionados no veículo, você perde o espaço do porta-malas [equipamento fica instalado na parte traseira do veículo], e ainda tem que reforçar a suspensão”, finaliza o mecânico.

Fonte:Jangadeiro online


Deputado Federal irá propor proibição do uso da caveira nos Batalhões de todo o Brasil

O deputado Luiz Couto (PT-PB) vai propor à ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos
Humanos, que recomende aos comandos das polícias militares em todo o país a proibição da caveira como símbolo dos batalhões.
 
A audiência com a ministra Maria do Rosário, marcada para esta semana, terá a participação de integrantes do Conselho de Direitos Humanos da Paraíba, que convenceram o governador do estado, Ricardo Coutinho (PSB), a retirar o símbolo (um crânio atravessado por punhais) das fardas e veículos do Bope paraibano no mês passado. O argumento foi uma portaria assinada pela própria ministra que recomenda a proibição do uso, em fardas ou veículos oficiais, de símbolos e expressões com “conteúdo intimidatório ou ameaçador, assim como de frases e jargões em músicas ou jingles de treinamento que façam apologia ao crime e à violência”.
 
Contrários à mudança, defensores do uso da caveira dizem que a imagem constantemente utilizada por militares lembra a morte dos próprios policiais, “companheira inseparável devido ao alto nível de risco das missões cumpridas”.
 
Luiz Couto e os conselheiros paraibanos querem que Maria do Rosário interceda para que os governadores de outros estados sigam o mesmo caminho adotado na Paraíba, que, no dia 22 de março, retirou o símbolo da caveira de suas fardas e veículos. A retirada, porém, provocou uma série de protestos e reclamações de oficiais. Eles alegam que a caveira não incita a violência e reclamam que não foram consultados sobre o assunto.
 
“Queremos a implementação dessa resolução em todos os estados, tirando esses símbolos que não são expressão de liberdade, justiça e paz. Queremos símbolos que apostem na vida, em valores fundamentais”, diz Luiz Couto, que também condena o uso de expressões que incitam o ódio em cânticos de treinamentos de militares.
 
Cultura de paz
 
Padre e ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado petista considera a caveira um símbolo que atenta contra a dignidade e o respeito ao ser humano. “Há quem diga que é o símbolo da vida e da inteligência. Conversa fiada: matar e botar uma faca na cabeça do outro? Precisamos de símbolos positivos e propositivos, que não se prestem à violência, à morte e à destruição. Trabalhamos por uma cultura de paz”, afirma Luiz Couto.
 
Para o deputado, atacar um símbolo associado à morte é um primeiro passo para rediscutir o papel da polícia brasileira, sobretudo, a militar. “O homem que entra para a polícia vai se tornando, com o tempo, um animal feroz. A grande ação da polícia deveria ser o trabalho preventivo, de ajudar a população. A repressão deve ser utilizada no momento adequado, mas não como instrumento de tortura para conseguir, por exemplo, o depoimento de pessoas”, critica Luiz Couto.
 
No ofício enviado ao governador da Paraíba, em que solicitava a retirada da caveira das fardas e veículos dos policiais militares, o Conselho Estadual de Direitos Humanos diz que a caveira é o símbolo da “morte” e do “terror”. “Nas antigas civilizações, eram usadas pelos povos primitivos em rituais de magia. Durante as guerras entre povos, costumava-se usar a caveira para avisar ao inimigo da morte imediata. Na Idade Moderna, as seitas costumavam usar para seus ritos secretos. Hoje a imagem da caveira é usada em várias atividades. Na maioria das vezes, representa o terror a morte a violência”, sustenta a nota.
 
“Interpretação equivocada”
 
Ex-comandante do Grupo Especial Tático, antecessor do Bope na Paraíba, o tenente-coronel Onivan Elias de Oliveira escreveu um artigo de 78 páginas para defender a manutenção do símbolo. “Cometeram um equívoco interpretativo”, disse ele ao Congresso em Foco. Coordenador de Planejamento do Estado-Maior da Polícia Militar da Paraíba, Onivan afirma que a caveira faz o policial lembrar que “a morte dele é uma companheira inseparável devido ao alto nível de risco das missões a serem cumpridas” (veja a íntegra do estudo).
 
A retirada provocou reação do comandante do Bope paraibano, major Jerônimo Pereira da Silva Bisneto, que divulgou uma carta contra a medida. “O Estado Democrático de Direito deve ser preservado e aplicado a todos dentro do território nacional e, isso implica que também nós, policiais militares e policiais do Bope, devamos ter nossos direitos preservados, direitos a pensar, a seguir convicções filosóficas e continuar acreditando que a “faca na caveira” significa a vitória da vida sobre a morte, com sabedoria, poder, força e invencibilidade frente à criminalidade”, alegou o major, em nota divulgada logo após o anúncio da retirada do símbolo, no final de março. “Somos uma instituição hierarquizada e disciplinada. E as ordens são cumpridas. Vida que segue”, diz o tenente-coronel Onivan.
 
A Portaria 8/2012, assinada por Maria do Rosário, não tem poder impositivo em relação aos governadores, chefes das polícias militares. Mas prevê que suas recomendações sejam estendidas aos órgãos estaduais. A norma também sugere que seja abolido o emprego de “designações genéricas”, como “autos de resistência” e “resistência seguida de morte”, em registros, boletins de ocorrência, inquéritos policiais e notícia de crime. A ideia, encampada pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), é evitar que expressões dessa natureza encerrem apurações de homicídios e ocorrências envolvendo policiais.
 
Fonte: Congresso em Foco

Matéria retirada do Blog Focoelho

Uma prática que vem se tornando cada vez mais comum e incomodando o sossego alheio, é a colocação de barulhentos canos de escape em motocicletas. Os equipamentos conhecidos também como “descarga livre” ou “cano torbal”, quando colocados nas motocicletas e ciclomotores fazem um estrondoso barulho, incomodando a população que se sente impotente diante da prática abusiva.
 
Mesmo sendo previsto em lei que para se adulterar um veículo é preciso de autorização expressa do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), muitos motoqueiros insistem em andar na clandestinidade e acabam sendo obrigados a enfrentar sérios problemas com a polícia.
 
O site Focoelho.com foi procurado por populares que informaram que alguns motoqueiros, cujo nomes não foram divulgados, estavam cometendo o crime de perturbação do sossego alheio e empinando motos pelas ruas da cidade de Itajá.
 
O povo pede uma fiscalização rigorosa, pois os canos Sport que são colocados nas motos estão tirando o sossego de muita gente na cidade.
 
“Perturbar o trabalho ou o sossego alheio é contravenção penal prevista no artigo 42 da Lei nº 3.688, de 3 de outubro de 1941, que prevê pena de prisão simples de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses ou multa para quem cometer o ato.
 
SE PROBLEMA CONTINUAR, TIRE FOTOS E MANDE PARA O EMAIL: bradokcoelho@hotmail.com QUE DIVULGAREI AQUI, OS NOMES DE QUEM ESTA TIRANDO O SOSSEGO AHLEIO.

O CPRE informa ainda que:
1. Descarga livre: Significa ser um tubo oco, sem nenhuma espécie de abafador, silencioso ou miolo interno, os quais servem para reduzir os níveis de emissão de ruídos e poluentes, sendo portanto altamente ruidosos; Normalmente são escapes feitos em casa partindo do corte da peça original ou mesmo com a colocação de um cano simplesmente sem nenhum padrão de confecção técnica;
 
2. Silenciador defeituoso deficiente ou inoperante: Significa dizer que são escapes em que as partes internas, como as câmaras ou miolo interno estão desgastados, bem como a área externa do mesmo esteja quebrada, furada ou danificada, ocasionando assim, emissão de ruído extremamente alta; Ocorre quase sempre nos escapes com muito tempo de uso que em decorrência da corrosão da parte interna, devido ao contato com os resíduos da queima do combustível, que agem como ácido, dissolvendo as câmaras internas e podendo ocasionar furos na parte externa do escape, aumentado assim o nível de ruído.
 
Tais situações podem ser perceptíveis visualmente pelos agentes de trânsito quando na atividade de fiscalização de trânsito, já que para descarga livre, se o escape for extremamente fino, ou seja, se possuir o diâmetro externo idêntico à medida do tubo que sai do motor (cabeçote ou cilindro), certamente o escape não terá abafador ou miolo, já que para tal, a parte traseira do escape tem que ter no mínimo o triplo do diâmetro da medida do tubo que sai do motor; Além disso, o nível de ruído será extremamente alto, bem estridente e agudo, diferente de um escape esportivo com miolo interno em que o ronco é mais grosso e abafado. Para silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante, o escape tem de estar com danos em sua parte interna, ou furos, quebras ou danos na área externa, como bocal traseiro ou corpo do escape furado ou quebrado.




 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Saiba como pilotar moto com segurança em rodovias


Moto é um veículo apaixonante e atrelado a uma estrada pode torna-se uma mistura explosiva, certo? Para que isso não aconteça, o AUTO ouviu especialistas que, um final de semana ou outro, adoram cruzar rodovias.
 
Veja e seja visto: esse lema de segurança também é valioso na estrada. "A primeira medida é ligar o farol assim que sair de casa. Com ele ligado, mesmo de dia, a visualização da moto fica muito mais fácil por motoristas que vão à frente ou direção contrária", aconselha o diretor da facção Fortaleza do motoclube "Os Cobras".
 
Outra dica é conheça bem sua moto e deixe-a sempre em boas condições. "Lembre-se de mudar a calibragem dos pneus quando for transitar com garupa". Para ele, a calibragem tem que ser feita de 15 a 15 dias.
 
Para outros profissionais que gostam de estradas, é fundamental usar o capacete e todos os equipamentos de segurança: "só quem tem uma moto sabe o quanto é arriscado ter pela frente uma linha de pipa com cerol. Além de ser muito difícil ver a linha de longe, ela fica totalmente transparente, aumentando o perigo. Todo cuidado é pouco. Instale na sua moto uma antena que previne acidentes com linhas de pipa". Elton informa que esse perigo é mais latente ao se aproximar do interior, em cidades quando viajam.
Ele ressalta que ao entrar na estrada é bom estabelecer uma velocidade de cruzeiro compatível com os limites legais da rodovia, possibilidades de desempenho de sua moto e sua própria habilidade. "Nas motos de baixa cilindrada (e algumas de média cilindrada), a velocidade de cruzeiro não deve ser maior que 70% da sua velocidade máxima. Quando vamos em comboio, sempre andamos no ritmo da menor moto", diz.
 

"Pelas beiras"
 
Motociclistas salientam que além de cometer uma infração gravíssima, trafegar pelo acostamento pode colocar em risco a sua vida e a de muitos pedestres. O acostamento, segundo eles, é para ser utilizado só em casos de emergência, como problemas mecânicos em sua moto, pneu furado, etc.
 
Quando o assunto é consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica, drogas ou medicamentos que alterem seu estado de sanidade, todos são unânimes: diga "não", pois podem prejudicar reflexos e reduzir a noção em relação ao perigo.
 
Uma outra preocupação é ao ultrapassar grandes veículos, como caminhões e ônibus. Para experts, o deslocamento de ar causado por eles podem desestabilizar a moto, já que atrás desses veículos, o turbilhão de ar tende a "puxar" a moto para próximo deles (efeito do vácuo). Na parte dianteira, o ar deslocado direciona-se para os lados, tendendo a "empurrar" a moto para a lateral. Para evitar tais incômodos, mantenha uma distância segura dos veículos durante a manobra de ultrapassagem (cinco metros, pelo menos).
 
Outro ponto é trafegar em pista molhada - já exige muito cuidado. A distância de frenagem chega a ser 50% superior ao que seria necessário em pista seca. "Adote uma postura defensiva e antecipe-se a situações de risco freando antes do que seria o normal", diz Elton.
 
O último conselho é cuidado ao entrar em postos de gasolina com calçamento feito em paralelepípedos, cimento, terra ou pedriscos. Segundo eles, habituado a uma velocidade maior na estrada, o piloto entra no posto mais rápido do que deveria, sem dar conta das condições de aderência.
Fonte: Diário do Nordeste.com.br

terça-feira, 23 de abril de 2013

Força Tática do 10º BPM apreende revolver em Assú


Na noite de hoje (22) por volta das 19h policiais da Força Tática durante um patrulhamento de rotina conseguiram tirar de circulação, mas uma arma de fogo em Assu.
 
Segundo informações dos PMs na abordagem a uma dupla que seguiam pela rua Dr. Luiz Carlos próximo a academia em uma moto de placa MYE 9096. Foram abordados os acusados Antônio Silvério Farias Filho, 38 anos, e um menor de iniciais J.S.S. 16 anos, ambos residente na Rua Manoel Santana Sobrinho, 108, conjunto Frutilândia em Assu. Ainda segundo os policiais, outra dupla estava com eles e ao abordar a primeira dupla a outra conseguiu se evadir.
 
A polícia agora trabalha na tentativa de saber quem era a outra dupla que estava com os acusados.
Ambos serão recambiados à cidade de Mossoró para serem flagranteados.
 
Fonte: Focoelho.com

Polícias Civil e Militar prendem acusados de homicídio em Lajes

Um trabalho conjunto envolvendo as Polícias Civil e Militar na manhã desta segunda-feira (22) resultou na prisão de dois homens acusados de praticar um homicídio na cidade de Lajes, interior do Rio Grande do Norte. O tatuador Magdiel Ferreira de Freitas, 22 anos, e outro acusado conhecido como "Painho", que ainda está sendo ouvido, são acusados de estrangular Luiz Maria da Silva, crime ocorrido no dia de hoje.
 
O corpo da vítima foi encontrado por vizinhos dentro de uma residência na Rua Francisco Costa Alecrim, no bairro COHAB, em Lajes. Ele estava enrolado num lençol com sinais de estrangulamento.
 
A Polícia foi acionada e após diligências prenderam os dois suspeitos. Magdiel confessou o assassinato e disse que o motivo foi ciúmes e confirmou que utilizou uma corda para estrangular a vítima.

 
Fonte: Seridó 190

Calçado impróprio pode resultar em multa e até causar acidentes

O ato de dirigir exige atenção, cuidado e preparação. Antes de sair de casa, o condutor deve verificar a documentação do veículo, o estado de manutenção, as suas próprias condições para dirigir e se está com o calçado adequado para esta ação. Apesar de muitos não perceberem a importância deste ato, a utilização inadequada de calçados ao dirigir pode colocar em risco a segurança do trânsito e trazer multa aos motoristas.
 
Calçados que não se fixam aos pés, como chinelos, e os saltos altos podem comprometer a segurança e aumentar o risco de acidentes. Alguns tipos de saltos, como por exemplo, o princesa, anabela e stiletto, podem provocar acidentes, já que os saltos limitam a flexão do tornozelo e prejudicam a sensibilidade, impedindo que o calcanhar encoste no chão. A motorista pode perder a estabilidade na troca dos pedais e correr o risco de enroscar o solado no tapete do veículo.
 
Outros vilões da direção são os chinelos de dedo, tamancos ou qualquer outro calçado que não tenha suporte atrás dos calcanhares. Os sapatos de bico fino também não são adequados, pois se enroscam com maior facilidade nos pedais.

O Artigo 252 do Código Brasileiro de Trânsito prevê multas para quem dirigir usando qualquer tipo de calçado que não se firme nos pés. Desta forma, são proibidos chinelos e sandálias que não possuam tiras fixas nos calcanhares ou sapatos de salto alto e tamancos, que podem se enroscar nos pedais do veículo.

Se o condutor for flagrado pela fiscalização com um calçado que não esteja de acordo com as normas de trânsito será multado em R$ 85,13 e acumulará quatro pontos na habilitação, infração considerada de gravidade média. A prevenção nesse caso é deixar um tênis ou calçado apropriado dentro do carro. Dessa forma, o cidadão evita a multa e principalmente, evita se envolver em um acidente de trânsito, que pode ter consequências fatais.

Estacionar a menos de 5 metros de esquinas eleva riscos de acidentes


Motoristas em São Carlos ignoram lei e deixam carros em locais proibidos. Infração prevê
multa de R$ 85,12 e a perda de quatro pontos na CNH
Estacionar a menos de cinco metros de uma esquina é proibido, mas em São Carlos (SP) muitos motoristas insistem em burlar a lei. O Código Brasileiro de Trânsito estabelece multa de R$ 85,12 e perda de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para quem comete a infração. A irregularidade prejudica o campo de visão dos demais condutores e pode contribuir acidentes.
“O risco é grande porque atrapalha a visibilidade de quem tem que tomar a decisão de atravessar uma via preferencial. O motorista acaba fazendo uma manobra arriscada”, ressaltou José Leomar Fernandes Júnior, professor do Departamento de Trânsito da Universidade de São Paulo (USP).

Um levantamento do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) apontou que 35% dos acidentes de trânsito registrados na região de São Carlos (SP) ocorrem em cruzamentos. Segundo os dados apurados, as batidas são transversais.

Na procura por uma vaga, muitos motoristas acabam escolhendo passar em cima da lei e deixam os carros próximos às esquinas. A situação faz com que outros condutores avancem com seus veículos para ganhar visão. Com isso, podem ocorrer colisões. “A gente tem que chegar quase no meio da rua, é difícil para enxergar”, disse a costureira Luiza Oliveira.

Existe o estacionamento na esquina ou a menos de 5m.
No primeiro caso não há a necessidade de medição da
distância do veiculo. No segundo o agente precisa medir
a distância com um aparelho de metragem certificado
pelo inmetro.
Nas ruas da cidade há flagrantes de veículos parados em cima da faixa de sinalização que indica a distância permitida para estacionar. Apesar de não ser obrigatória, a sinalização ajudaria a amenizar o problema, segundo o especialista da USP.

“Não só isso, mas criar estacionamentos para motos em alguns pontos mais críticos impediria a parada de um veículo, uma van ou um caminhão que bloqueariam a visibilidade”, avaliou o professor.

O caminho por um trânsito mais seguro depende da regra mais básica de convivência: respeito. “Aquele pequeno desrespeito pode ter uma consequência grave”, ressaltou o especialista da USP.

Fonte: G1 Notícias

Placa ilegível: o dolo e a culpa


Uma das infrações de trânsito comuns de serem encontradas por ruas e estradas brasileiras se refere às condições de legibilidade e visibilidade das placas de identificação do veículo. Seja por força do clima e intempéries, que causa o desgaste da tinta dos caracteres alfa-numéricos, ou ainda provocado por ação dolosa com objetivo de burlar a fiscalização, a ilegibilidade das placas é infração de trânsito, podendo caracterizar inclusive, se identificado o dolo por parte do autor, um crime previsto no Código Penal Brasileiro.


O dolo
Em tempos de fiscalização eletrônica, executada por dispositivos que captam imagens de veículos em excesso de velocidade ou mesmo furando um rodízio municipal, verificamos o crescente aumento da incidência de veículos com emplacamentos parcial ou totalmente cobertos, com auxílio de materiais de uso comum na rotina das pessoas, como folhas de jornal ou papel higiênico molhados, apostos sobre a placa, dificultando sua identificação. Outro subterfúgio comum de ser encontrado se refere à colocação de fitas de “santinhos” distribuídos em eventos católicos, originalmente concebidos para serem fixados no pulso e que ganharam outra utilidade no trânsito. Estas fitas são fixadas sobre as placas traseiras dificultando a visualização dos caracteres alfa-numéricos e a leitura da placa pelos dispositivos leitores de caracteres, os famosos radares inteligentes.

Podemos destacar ainda, em uma atitude extrema de alguns motoristas, a rasura dos caracteres de identificação, através da utilização de tintas que acabam por comprometer a eficácia dos aparatos de fiscalização. Outro tipo de ação delituosa encontrada com certa freqüência nas vias públicas se refere à retirada da placa do receptáculo original, com o rompimento ou não do lacre que liga a placa ao chassis. Todas estas formas de fraude representam, além de infração de trânsito, um ato criminoso.

A utilização de tintas para a remarcação dos caracteres alfa-numéricos constantes na placa de identificação representa, além da infração de trânsito, no tocante ao artigo 230 inciso I do CTB, infração prevista no Código Penal Brasileiro:

Art. 311 do CPB – Adulterar ou remarcar número de chassi ou qualquer sinal identificador de veículo automotor, de seu componente ou equipamento:
Pena – reclusão, de três a seis anos, e multa.

Art. 230 do CTB. Conduzir o veículo:
(…)
I - com o lacre, a inscrição do chassi, o selo, a placa ou qualquer outro elemento de identificação do veículo violado ou falsificado;
(…)
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa e apreensão do veículo;
Medida administrativa – remoção do veículo;

No tocante a colocação de objetos, inclusive fitas de “santinhos”, que visem dificultar a identificação das placas do veículo, a infração prevista no Código de Trânsito Brasileiro se refere ao artigo 230 inciso VI do CTB, podendo o condutor responder, cumulativamente ao correspondente criminal, previsto no artigo 311 do Código Penal. Destacamos nesta infração, o verbo adulterar, constante no caput do artigo 311 do CP. Adulterar é acrescer, suprimir ou trocar parte do original verdadeiro. A utilização de objetos com objetivo de ocultar a identificação da placa, suprimindo parcial ou completamente os caracteres alfa-numéricos encontra previsão no artigo 311 do CP.

Art. 230 do CTB. Conduzir o veículo:
(…)
VI - com qualquer uma das placas de identificação sem condições de legibilidade e visibilidade:
Infração - gravíssima;
Penalidade – multa e apreensão do veículo;
Medida administrativa – remoção do veículo;

A retirada de qualquer uma das placas de identificação do veículo, por efeito de dolo, representa infração de trânsito com base no artigo 230 inciso IV do CTB:

Art. 230 do CTB. Conduzir o veículo:
(…)
IV - sem qualquer uma das placas de identificação;
(…)
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa e apreensão do veículo;
Medida administrativa – remoção do veículo;

O rompimento do lacre do chassi para a ocultação das placas de identificação do veículo encontra conflito jurídico no que tange ao enquadramento criminal previsto no artigo 311 do Código Penal. Recentemente o Tribunal de Justiça de São Paulo reverteu condenação em primeira instância de pessoa que, deliberadamente, rompeu o lacre do veículo, conduzindo o mesmo com placas originais de outro veículo. Em Minas Gerais, em decisão semelhante, a Justiça concedeu parecer favorável a pessoa que rompeu o lacre de seu veículo, trafegando sem as placas de identificação. O que podemos observar é a condenação, em primeira instância, das pessoas que, deliberadamente, rompem o lacre e ocultam as placas de identificação do veículo, com base no artigo 311 do Código Penal. Por analogia, podemos enquadrar nesta situação aquele que, deliberadamente, amassa ou torce a placa ou seu receptáculo para dificultar sua identificação. Neste caso, o enquadramento específico no Código de Trânsito Brasileiro é o artigo 230 inciso VI do CTB.

A culpa
Os condutores que trafegam com seus veículos, apresentando placas de identificação com seus caracteres alfa-numéricos parcial ou totalmente apagadas, podem ser autuados com base no artigo 230 inciso VI do CTB, podendo o veículo ser recolhido pelo agente de trânsito. Os condutores que trafegam sem qualquer uma das placas de identificação, em virtude de força maior, como exemplo alagamentos, podem ter os respectivos veículos recolhidos com base no artigo 230 inciso IV do CTB.

Nos casos em que o lacre da placa de identificação encontra-se rompido, por ação do tempo, como exemplo a ferrugem, o condutor será autuado com base no artigo 221 do CTB:

Art. 221. Portar no veículo placas de identificação em desacordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo CONTRAN:
(…)
Infração – média;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – retenção do veículo para regularização e apreensão das placas irregulares.

Independente da natureza da ação, seja dolo ou culpa, podemos observar que o CTB reserva sanções gravíssimas aos infratores, inclusive com o recolhimento do veículo. Cabe ao condutor, nos casos em que não haja má fé, providenciar placas de identificação em condições perfeitas de legibilidade e visibilidade além de observar o estado de conservação dos lacres para que não seja surpreendido em uma eventual fiscalização de trânsito. Aos que agem com objetivos fraudulentos cabe ressaltar os desdobramentos penais acerca do ato. O que poderia ser um simples subterfúgio para escapar de uma fiscalização de trânsito pode se tornar um caso de polícia. Os custos recorrentes dos desdobramentos penais, com os honorários advocatícios, podem facilmente superar o custo de uma infração de trânsito. Condutor: será que vale a pena este risco?

Dupla realiza roubo a posto de combustível em Assu


Vídeo do assalto ao Posto Assu na madrugada dessa segunda (22). Dois homens em uma Traxx de cor escura, mostraram uma arma e realizaram o roubo.

Fonte: Focoelho.com

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Pedestre não tem preferência absoluta na faixa

Casos de pedestres atropelados sobre a faixa não resultam, obrigatoriamente, na culpa e incriminação do motorista, de acordo com especialistas ouvidos pelo G1. Eles afirmam que o pedestre não tem sempre preferência absoluta na hora de cruzar uma via.

Nesta semana, o comerciante Kleber Atalla, famoso por vídeos no YouTube com infrações de trânsito, foi indiciado por homicídio culposo (sem intenção de matar) por causa de um atropelamento ocorrido no Centro em janeiro (veja o vídeo acima). No acidente, um homem morreu após ser atingido quando atravessava a faixa no momento em que o semáforo estava verde para os carros.

No entendimento de um jurista, de um engenheiro especialista em trânsito e de um policial militar, até que fique comprovada a alta velocidade ou falta de sinalização do motorista, o pedestre continua sendo o único responsável legal pelo acidente. Entretanto, na hipótese do motorista dirigir alcoolizado ou estar sem habilitação, o motorista pode ser penalizado.

O advogado Luiz Flávio Gomes, que também já atuou como promotor e juiz, afirma que o pedestre só tem a preferência na faixa quando não houver semáforo por perto. “Nem sempre o pedestre tem a preferência quando estiver sobre a faixa. Ele também precisar esperar a sua vez de atravessar quando um semáforo indicar, pela luz verde, que a vez de passar na rua é dos carros”, explicou Gomes.

O engenheiro Luis Célio Botura, ex-presidente da Dersa e ex-ombudsman da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), avalia que o pedestre pode ter contribuído para o caso que levou ao indiciamento de Atalla. “No caso em questão, o pedestre contribuiu para o resultado morte. Na minha opinião, até que se prove que o motorista estivesse correndo ou deixou de dar seta na conversão para alertar o pedestre, ele continua não tendo culpa pelo acidente”, afirmou.

Além disso, ele avalia que os vídeos postados por Atalla em uma moto não devem influenciar a análise do atropelamento que ocorreu em outra situação. “Não dá para querer culpar o motorista pelos vídeos que ele coloca na internet. Uma coisa é ele infringir o trânsito com uma moto. A outra é atropelar alguém estando, teoricamente, certo”, completou Botura.

Para o capitão Sérgio Marques, porta-voz da Polícia Militar e especialista em trânsito da corporação, o pedestre pode ter errado. “Esse caso terá de ser analisado pela Justiça. Em tese, a preferencial era do motorista, mas o condutor também teria que ter prudência especial, principalmente numa conversão”, comentou o policial.

De acordo com o artigo 69 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), para cruzar a pista de rolamento, o pedestre deverá tomar precauções de segurança, levando em conta, principalmente, visibilidade, distância e a velocidade dos veículos. Onde não houver foco de pedestres ele deverá aguardar que o semáforo, ou o agente de trânsito, interrompa o fluxo de veículos.

Procurada para comentar a conduta do pedestre e do motorista envolvidos no acidente, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que “cabe ressaltar que a responsabilidade e as causas do acidente só podem ser concluídas pela autoridade policial encarregada da investigação”.

A respeito do trecho onde ocorreu o atropelamento, a CET alegou que o “referido cruzamento encontra-se sinalizado com semáforo, faixas de pedestres em todas as aproximações, linhas de retenção e balizamento em perfeito estado de visibilidade.”

O advogado de Atalla, Luiz Carlos Aguiar, afirmou na quinta que o comerciante não cometeu nenhuma irregularidade e que houve falta de cuidado por parte do pedestre. "Numa via expressa, dupla, com chuva, às 13h30, horário de alto movimento, o pedestre deveria ter sido mais prudente", afirmou Aguiar.

O defensor ressaltou que seu cliente parou, chamou o socorro, permaneceu por quatro horas no local e já foi à delegacia fazer os primeiros esclarecimentos. Ele também negou que o motorista faça apologia ao crime e afirmou que, nos próprios vídeos, o comerciante recomenda que suas práticas não sejam seguidas.

Fonte: Globo.com

domingo, 21 de abril de 2013

Saiba porque comprar carro no Brasil é tão caro

Um dos sonhos de consumo de muito brasileiros com certeza é ter um carro na garagem e parar de depender do transporte publico. Mas, mesmo com o IPI reduzido, este bem continua com um valor alto, e quem tenta adquiri-lo acaba se metendo em dívidas por longos anos.
 
Por que será que um carro é tão caro no Brasil? Quantos e quais impostos fazem o preço desse bem cobiçado subir tanto? "Existe incidência de elevados tributos diretos e indiretos, o que eleva custo do veículo para chegar ao consumidor final. Possuímos uma infraestrutura e logística que potencializam os valores e uma demanda por veículo ainda aquecida. Além disso, o dólar está em alta", conta Milad Kalume Neto, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da JATO Dynamics do Brasil.
 
De acordo com relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado no final de 2012, o Brasil arrecada mais impostos e contribuições (federais e locais) do que a maioria dos países da América Latina. Enquanto a carga tributária no nosso país é de 32,4% do PIB, nos demais países analisados na América Latina ela é de 19,4%.
 
Mas a lista de tributos que encarecem não somente os carros, mas outros bens, ficará mais clara para nós ainda este ano. Isso porque, a partir de junho, todas as notas fiscais emitidas de qualquer produto deverão mostrar o quanto pagamos de tributos para os governos municipais e estaduais, além do federal. Essa lei já é um começo para que nós, consumidores, tenhamos a oportunidade de saber o quanto realmente vale o produto comprado.
 
As notas fiscais deverão trazer discriminados os valores de impostos. No caso dos carros, serão:

ICMS: Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
ISS: Imposto sobre serviço
IPI: Imposto sobre produto industrializado
IOF: Imposto sobre operação financeira
PIS: Programa de Integração Social
Cofins: Contribuição social para financiamento da Seguridade Social
IR: (Imposto de Renda)
IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores)

Todos esses impostos incidem no carro que sai da concessionária, e são variáveis de acordo com o modelo. E o bem pode ficar ainda mais caro se você pretende equipá-lo. "Os carros são caros e os opcionais também são. Entretanto, destaco que é o preço que o consumidor está disposto a pagar por aquele determinado equipamento", explica Milaid.
Segundo o especialista, todos os carros estão ficando caros, até os populares mais conhecidos, a exemplo do Palio e do Gol. Em 10 anos ouve um aumento muito grande dos mesmos. Veja as comparações:
 
Palio em 22/01/2003: USD 4.623,53 (aproximadamente R$ 9.395)
Palio em 22/01/2013: USD 11.712,99 (aproximadamente R$ 23.800), um aumento de 253,33%

Gol em 22/01/2003: USD 6.019,71 (aproximadamente R$ 12.232)
Gol em 22/01/2013: USD 16.651,20 (aproximadamente R$ 33.835), um aumento de 276,61%
E se você é daqueles que está comemorando, pensando que com o detalhamento dos impostos o carro poderá ficar mais barato, fique atento. As coisas não são bem assim: "O que poderá ocorrer é uma força do consumidor para reduzir os impostos pagos", diz Milaid.
 
Fonte: Vila Mulher
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